STEAM: do Band para o Brasil

Após muito aprendizado com a implantação do STEAM (Science, Technology, Engineering, Art&Design, Maths), chegou a hora do Band compartilhar com outras escolas. Assim foi realizado o STEAM Experience: 42 professores e gestores de 25 escolas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul vieram conhecer e aprender sobre essa nova forma de educar.

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Os participantes tiveram uma aula mão na massa, estudaram as teorias que envolvem o STEAM, conheceram projetos dos alunos da 1.a e 2.a série do Ensino Médio e os conceitos aprendidos com cada trabalho. Além disso, foram esclarecidas uma série de dúvidas sobre a logística do STEAM.

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A Coordenadora do STEAM no Band, Cristiana Mattos, conta que a ideia surgiu quando percebeu que havia uma grande demanda por parte de outras escolas em conhecer o laboratório multidisciplinar e a forma como o Band o adequou ao currículo.

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Apesar dos participantes terem conhecido como a aula é realizada no Band, Cristiana deixa claro que o intuito é que cada escola adeque o que foi aprendido com a própria realidade. “Queremos que o STEAM seja transmitido para outras escolas com a mesma qualidade que é feito aqui no Band, porém, há várias metodologias para fazê-lo. Cada escola deve saber a melhor forma de aplicar o que foi aprendido”, explicou.

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Band apresenta projetos no Congresso da NSTA

O Band compareceu mais uma vez ao Congresso da NSTA (National Science Teachers Association), desta vez em Los Angeles (EUA), para apresentar três projetos. Desde o ano de 2000 o Colégio participa do relevante evento. Este ano estiveram presentes os coordenadores Cristiana Assumpção e José Ricardo Almeida, além dos professores Franco Ramunno e Tiago Eugênio.

Professores Franco Ramunno, Cristiana Assumpção, Ricardo Almeida e Tiago Eugênio

Professores Franco Ramunno, Cristiana Assumpção, Ricardo Almeida e Tiago Eugênio

Um dos destaques levados ao evento foi o STEAM (Science Technology, Engineering, Arts and Maths). Na apresentação, os professores mostraram na prática como funciona o projeto e como os alunos podem construir conhecimento de forma prática e autoral.

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De acordo com a coordenadora do STEAM, Cristiana Assumpção, os espectadores ficaram surpresos com o fato de que o STEAM é desenvolvido dentro da grade curricular de uma importante escola no Brasil. “Fomos pelo caminho mais difícil, mas podemos mudar a educação no país”, disse Cristiana em função da complexidade para se implantar projetos inovadores em currículos tradicionais.

Marina Schor apresentando o projeto Beinprosone

aluna de 2015, Marina Schor, apresentando o projeto Beinprosone

Os outros projetos apresentados foram o Beinprosone e uma oficina de fabricação de um foguete. O primeiro, idealizado pela aluna Marina Schor, formada em 2015 e atual estudante de  biologia animal aplicada na universidade da Columbia britânica, é uma jornada criativa para busca de soluções para problemas cotidianos. Já o foguete foi trazido para o Band pelo aluno que atualmente cursa o ITA, Dimitri Assumpção Scripnic, para que os estudantes o ajudassem numa competição. Durante o Congresso, os público pôde participar de uma oficina básica do funcionamento do foguete, com a utilização de técnicas simples e materiais baratos.

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“Perdido em Marte” inaugura os projetos de STEAM no segundo ano

Durante o primeiro semestre do STEAM (Science Technology Engeneering Arts and Math), os alunos da 2.a Série do Ensino Médio desenvolverão projetos de iniciação científica relacionados a explorações espaciais.

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Com o intuito de instigar a coleta de dados para o projeto, os professores do STEAM deram a tarefa aos alunos de assistirem ao filme “Perdido em Marte”, uma vez que o personagem principal utiliza os elementos das Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática para superar as adversidades vividas neste outro planeta.

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Para facilitar o acesso ao filme, foram oferecidas duas sessões de exibição no Studio 268. “O teatro de arena estava cheio e os alunos além de curtir a película com os amigos, faziam as anotações para levar para a próxima aula… agora é a vez deles de explorar Marte! ”, exaltou a professora de Ciências, Biologia e STEAM, Mariana Lorenzin.

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“Apesar de estarmos no começo do projeto, já pode-se notar que os alunos entenderam o intuito da atividade proposta. Tenho certeza de que os projetos ficarão incríveis. ”, finalizou o professor de Ciências e STEAM, Renato Villar.

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Sucesso do Bandeirantes no FabLearn

Pela primeira vez em 2016, o congresso FabLearn, organizado pela Universidade de Stanford, aconteceu no Brasil. O evento começou por conta dos estudos do pesquisador brasileiro Paulo Blikstein sobre a implementação dos FabLabs (laboratórios de criação de projetos, como o Hub do Band).

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Os alunos do primeiro ano Rafael Vasconcelos Bezerra e Pedro Belleze, orientados pelas professoras Paula Moraes e Marta Rabello, representaram o Bandeirantes em um trabalho desenvolvido nas aulas de “Open Studio” do STEAM (Science, Technology, Engeneering, Arts and Math) no 1º bimestre. O projeto realizado utilizou técnicas de empapelamento para criar asas retráteis e, dessa forma, prototipar um helicóptero que é capaz de planar durante a queda.

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Além disso, as professoras de Biologia Girlene Sismotto, Meire de Bartolo e a Coordenadora do STEAM, Cristiana Assumpção, exploraram a cor e a forma na natureza para apresentarem a oficina que abordava a “Prototipagem de seres camuflados ou mimetizados em ambientes naturais”. Os participantes desenvolveram seus protótipos em grupo e experimentaram as mesmas dinâmicas vivenciadas pelos alunos de STEAM, envolvendo solução de problemas, planejamento, criatividade.

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“A nossa participação no evento reflete a constante preocupação formativa dos professores do Colégio Bandeirantes. FabLearn reúne os principais estudiosos da cultura “maker” e trata de questões como a produção digital, a aprendizagem mãos na massa, processos de design; tão importantes para os novos rumos da educação que pretende formar jovens com maior capacidade para resolução de problemas, postura crítica e criativa, diante dos desafios do século XXI. ”, finalizou a professora Paula Moraes.

Confira a galeria de imagens, clicando aqui.

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Bandeirantes apresenta dois trabalhos no FabLearn

Pela primeira vez em 2016, o congresso FabLearn, organizado pela Universidade de Stanford, aconteceu no Brasil. O evento começou por conta dos estudos do pesquisador brasileiro Paulo Blikstein sobre a implementação dos FabLabs (laboratórios de criação de projetos, como o Hub do Band).

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Em setembro, nas dependências da Universidade de São Paulo (USP), a comunidade FabLab se reuniu novamente para um compartilhamento de experiências. “As expectativas eram muito altas para o FabLearn aqui no Brasil, pois, segundo dados, os trabalhos inscritos excederam as médias”, comentou a Coordenadora de Ciências e Laboratório de Biologia, Cristiana Assumpção.

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Apesar de toda a concorrência, dois trabalhos do Bandeirantes receberam a oportunidade de se apresentarem. Primeiramente, no horário nobre do congresso, uma oficina de professores  do STEAM (Science Technology, Engeneering, Arts and Math) apresentou uma vivência, semelhante a uma aula prática do laboratório multidisciplinar do Colégio (Hub).

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No dia seguinte, um grupo de alunos apresentou um pôster abordando as etapas de produção do protótipo de um helicóptero biomimético desenvolvido por eles. “É muito interessante ver um aluno apresentar seu trabalho em um espaço tão formal e renomado. É uma forma gratificante de começar a viver uma realidade completamente diferente da dele”, finalizou a coordenadora.

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STEAM: Chilopoda cactaceae e Hemeroplanes caatingus

Aqui está o Chilopoda cactaceae, criado pelo pessoal da 1B1, André Arida, Gabriel Freu, Gabriela Carmona e Gabriela Chan. “O papel dessa centopéia no ambiente pode ser de presa ou de predador. Pode ser presa de vários mamíferos, como pássaros em geral e pode ser predadora de vermes, insetos, aranhas e pequenos moluscos”

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Este animal irá fazer uso da camuflagem como meio de proteção diante de predadores, se escondendo no ambiente. Você consegue achá-lo na foto acima?

Hemeroplanes caatingus foi o animal idealizado pela Aline Kaminski e grupo: Anna Vicente, Bruno Caceres e Gabriela Baena, também da 1B1. Seu nome popular é  Lagarto Mímico e utiliza  Mimetismo para defesa – aparência de uma cobra, devido à sua pele escamosa, assusta predadores. Imagem3 Imagem4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

” Quando se sente ameaçado, o lagarto contrai suas patas, parecendo-se mais ainda com uma cobra” . Ideia incrível, não?

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STEAM: MAIS DO ÓCULOS SIMULADOR

Será que esse pessoal se divertiu fazendo seus óculos? Depois de prontos eles serviram para fazer o Teste de Ishihara (teste daltonismo)  que identifica e caracteriza o Daltonismo.E mais: todas estas constatações poderão se transformar em estratégias de camuflagem ou mimetismo no projeto de Open Studio!

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Band exibe filme sobre escola inovadora nos EUA

O Band realizou, com pioneirismo no Brasil, a sessão do filme Most Likely to Succeed, para pais e convidados. Com abertura do Diretor Presidente Mauro de Salles Aguiar, as exibições lotaram a biblioteca. Em seguida aconteceu um debate com Tiago Maluta, da Fundação Lemann e Fábio Zsigmond, do MundoMaker, intermediado pela Coordenadora de STEAM, Cristiana Assumpção.

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Diretor Presidente Mauro de Salles Aguiar e a Coordenadora Cristiana Assumpção

O documentário, inspirado no livro de mesmo nome, conta a experiência da High Tech High, na Califórnia, uma escola inovadora que adotou um currículo baseado em projetos desde a sua fundação. A narrativa mostra o impacto deste modelo sobre os alunos no desenvolvimento de habilidades como liderança e trabalho em equipe e no índice de aprovação em universidades da escola, que chega a 98%.

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A licença obtida pelo Colégio para a exibição do longa, que atualmente só está disponível para Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia e Austrália, foi pioneira.“ O exemplo do filme é algo de altíssimo impacto nos Estados Unidos. Então, o fato de termos sido os primeiros a mostrá-lo aqui no Brasil dá mais um destaque de como estamos envolvidos neste movimento global de inovação no ensino”, contou Cristiana.

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Segundo a Coordenadora, o debate que seguiu as sessões ainda foi importante para trazer diferentes referências de modelos de ensino inovadores: a Fundação Lemann com a Khan Academy, o Mundo Maker com laboratórios makers extra-currículares e o Bandeirantes com o STEAM na grade curricular. “Não existe fórmula certa para construir uma base de projetos, existem muitas formas de fazer isso”, finalizou.

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O STEAM é a integração de laboratórios de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes para as primeiras séries do Ensino Médio.

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STEAM: Danaus perplexippus gomis e Viperidae terraculis

 

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O pessoal da 1C1, Frederico Fausto, Gabriel Abrão, Gabriel Souza e Gabriel Mazzante, criou uma borboleta semelhante à borboleta monarca que usa a camuflagem e com suas asas vermelhas, se esconde em plantas de folhagem com a mesma cor. A Danaus perplexippus gomis também se beneficia da técnica de intimidação. Alimenta-se de líquidos na fase adulta e de folhas na fase larval. No nicho ecológico ela faz o papel de presa, se reproduz pondo ovos (sexuadamente) e se defende possuindo veneno forte quando ingerido. Também possui espinhos, que causam lesões no trato digestivo. Já localizou o bichinho na foto?

 

Já a Cobra-da-Terra (Viperidae terraculispertence ao grupo dos répteis, assim como lagartos e crocodilos, sendo um animal vertebrado. Ela não possui membros superiores ou inferiores, por isso rasteja como meio de locomoção. É um predador silencioso e paciente. Seu método de caça é se enterrar a milímetros da superfície, deixando apenas a sua cabeça para fora, com a sua língua vermelha exposta, atraindo assim insetos e pequenos animais para perto. Apenas sentido o cheiro, essa cobra percebe a posição da presa e, se possível, ataca. Seu período de atividade é noturno, o que ajuda a se esconder logo depois que ataca. Sua pele escura amarronzada é semelhante à terra do solo da floresta, se tornando quase invisível quando escondida. Seu sangue de temperatura baixa permite que não seja percebida por animais mais sensíveis  quando se aproximam da sua posição. Este foi o trabalho dos meninos da 1C1: Luciano, Luís, Michel, Rafael e Tiago.

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STEAM: O OLHO E AS DIFERENTES VISÕES

As pessoas enxergam como os animais? O que é semelhante? O que é diferente? Todos temos a mesma percepção das cores? Hoje, no Steam, experimentamos inventar cores e comparar a nossa percepção sobre a tonalidade pink (totalmente diferente, por sinal).  Em seguida, construímos um óculos bicolor que simulou a visão de um daltônico e realizamos o teste de Hishihara, que resultou positivo; então, para daltonismo (usando os óculos simuladores, é claro!). Seguem imagens da 1A1, 1A3, 1B1 e 1B3.

 

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