STEAM marca presença no Festival de Invenção e Criatividade

Dando um gostinho das aulas de STEAM para estudantes e educadores de diversos lugares do Brasil e do mundo, as professoras Rosiani Telles, de STEAM e Química, e Paula Ariane, de STEAM e Artes, tomaram conta de um dos expositores da 2.a edição do Festival de Invenção e Criatividade (FIC), que ocorreu na Universidade de São Paulo.

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O evento tem como ideia estimular a criação de projetos colaborativos, inovadores e mão na massa na educação brasileira. Para isso, as professoras do Band apresentaram algumas aulas de STEAM sobre luz e cores. Assim como acontece no Colégio, a experiência desafiou os visitantes a criar diversos tons de coloração usando lâmpadas.

A professora Paula conta que desde crianças até educadores participaram da proposta do Band. “Todos estavam muito interessados e curiosos. O nosso stand foi bem diferente do que havia no festival. Com toda a inovação presente no Colégio, não tinha como não participar desse evento”, disse ela.

“É muito bom poder divulgar o trabalho de toda a equipe. Durante todo o dia compartilhamos nossa experiência”, comentou Rosiani.

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Aprendendo a inovar: conversa sobre economia criativa!

Uma conversa sobre economia criativa com o Coordenador do Núcleo de Empreendedorismo e Inovação do Centro Universitário Belas Artes, Dario Vedana, abriu as aulas de STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Maths) de 2018 da 3.a série do Ensino Médio. Organizado pela professora de Artes, Mariane Cavalheiro, o evento lotou o Studio 268.

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A conversa veio para dar um gostinho aos alunos do que é a economia criativa. Isso porque, durante o ano letivo, os estudantes trabalharão num projeto onde a Ciência deve ser aplicada na comunidade.

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Dessa forma, Vedana contou aos alunos sobre como é possível, com uma única ideia, motivar uma ação transformadora. Além disso, ele também mostrou algumas das ferramentas para chegar lá. Entre elas, é preciso pensar de forma inovadora e sempre trabalhar em grupo. “Para mim o mais importante é que os alunos perceberam que eles são os agentes da ação, não adianta esperar que os outros tenham uma ideia. Tem que partir de você”, comentou a professora Mariane.

A conversa também foi uma boa oportunidade para mostrar aos alunos que a economia criativa, assim como as aulas de STEAM, envolve diversas áreas do conhecimento.

“Antes eu sabia sobre empreendedorismo, mas com a conversa vi que é possível fazer muito mais do que criar algo novo, posso ajudar muitas pessoas. Ter isso no STEAM é algo que trará um benefício a longo prazo”, concluiu o aluno da 3.a série do Ensino Médio, Getúlio Watanabe.

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